quarta-feira, 24 de março de 2010

Salamandra Gigante do Japão

Um grupo de pesquisadores e ambientalistas está pesquisando uma espécie de salamandra gigante, com 1,7 metro de comprimento.Além de seu tamanho, a salamandra Andrias japonicus, conhecida como hanzaki no Japão, chamou a atenção de ambientalistas estrangeiros e cientistas japoneses pelo seu status de fóssil vivo ."O esqueleto dessa espécie é quase idêntico ao dos fósseis de 30 milhões de anos atrás", disse Takeyoshi Tochimoto, diretor do Instituto Hanzaki, perto da cidade de Hyogo (sudoeste do Japão). "Por isso é chamada de 'fóssil vivo'", acrescentou.
"Acredita-se que elas sejam espécies extremamente primitivas, em parte devido ao fato de serem as únicas salamandras com fertilização externa", afirmou Don Church, especialista em salamandras da Conservation International.
"Nós Falamos de Salamandras que cabem na palma de sua Mão.
Essa pode Arrancar sua Mão."

quarta-feira, 3 de março de 2010

Granjas? Conheça a Realidade

Vídeo de ONG denuncia uso de moedor para matar pintinhos nos EUA.




As imagens foram filmadas com uma câmera escondida por um membro do grupo Piedade pelos Animais entre maio e junho de 2009, em instalações de uma empresa de Iowa. Ele se candidatou a uma vaga na empresa e trabalhou lá durante duas semanas.
Porta-voz de empresa disse que procedimento é padrão.

Injusto não?

sábado, 9 de janeiro de 2010

Arnaldo Jabor - Perfeição e Tempos Modernos

"A política está tão repulsiva que vou falar de sexo".

- Outro dia, a Adriane Galisteu deu uma entrevista dizendo que os Homens não querem namorar as
Mulheres que são símbolos sexuais. É isto mesmo. Quem ousa namorar a Feiticeira ou a Tiazinha?

" As mulheres não são mais para amar; nem para casar. São para "ver".
Que nos prometem elas, com suas formas perfeitas por anabolizantes e Silicones? Prometem-nos um prazer impossível, um orgasmo metafísico,Para o qual os homens não estão preparados... As mulheres dançam frenéticas na TV, com bundas cada vez mais malhadas, com seios imensos, girando em cima de garrafas, enquanto os pênis-espectadores se sentem apavorados e murchos diante de tanta gostosura. Os machos estão com medo das "mulheres-liquidificador".

O modelo da mulher de hoje, que nossas filhas ou irmãs almejam ser
(Meu Deus!), é a prostituta transcendental, a mulher-robô, a
"Valentina", a "Barbarela", a máquina-de-prazer sem alma, turbinas
de amor com um hiperatômico tesão.

Que parceiros estão sendo criados para estas pós-mulheres? Não os
há. Os "malhados", os "turbinados" geralmente são bofes-gay, filhos
do mesmo narcisismo de mercado que as criou.
Ou, então, reprodutores como o Zafir, para o Robô-Xuxa.

A atual "revolução da vulgaridade", regada a pagode, parece
"libertar" as mulheres. Ilusão à toa. A "libertação da mulher" numa
Sociedade escravista como a nossa deu nisso: superobjetos.
Se achando livres, mas aprisionadas numa exterioridade corporal que
apenas esconde pobres meninas famintas de amor, carinho e dinheiro.
São escravas aparentemente alforriadas numa grande senzala sem
grades. Mas, diante delas, o homem normal tem medo. Elas são "areia
demais para qualquer caminhãozinho".

Por outro lado, o sistema que as criou enfraquece os homens,
vivem nervosos e fragilizados com seus pintinhos trêmulos,
Decadentes, a meia-bomba, ejaculando precocemente, puxando sacos,
lambendo botas, engolindo sapos, sem o antigo charme "jamesbondiano"
dos anos 60. Não há mais o grande "conquistador". Temos apenas os "fazendeiros de Bundas" como o Huck, enquanto a maioria virou uma multidão de voyeur, babando por deusas impossíveis.

Ah, que saudades dos tempos das "bundinhas e peitinhos" "normais" e
"disponíveis"... Pois bem, com certeza a televisão tem criado
"sonhos de consumo" descritos tão bem pela língua ferrenha do Jabor
(eu). Mas ainda existem mulheres de verdade. Mulheres que sabem se
valorizar e valorizar o que tem "dentro de Casa", o seu trabalho. E, acima de tudo, mulheres com quem se possa discutir um gosto pela
música, pela cultura, pela família, sem medo de parecer um "chato"
ou um "cara metido a intellectual".

Mulheres que sabem valorizar uma simples atitude, rara nos homens de Hoje, como abrir a porta do carro para elas.
Mulheres que adoram receber cartas, bilhetinhos (ou e-mails)
românticos. Escutar no som do carro, aquela fitinha velha dos
Beegees ou um cd do Kenny G (parece meio breguinha)... Mas
é tão bom!!! Namorar escutando estas musiquinhas tranqüilas.

Penso que hoje, num encontro de um "Turbinado" com uma "Saradona" o
papo deve ser do tipo: - "meu"... O meu professor falou que posso
disputar o Iron Man que vou ganhar fácil!." - "Ah meu...o meu
Personal Trainner disse que estou com os glúteos bem em forma e que
nunca vou precisar de plástica". E a música??? Só se for o último
sucesso "(????)" dos Travessos ou Chama-chuva..." e o "Vai Serginho"???... 

Mulheres do meu Brasil Varonil!!!
Não deixem que criem estereótipos!! Não comprem o cinto de modelar
da Feiticeira. A mulher brasileira é Linda por natureza!! Curta seu
corpo de acordo com sua idade, silicone é coisa de Americana que não
possui a felicidade de ter um corpo esculpido por Deus e bonito por
natureza. 

E se os seus namorados e maridos pedirem para vocês "malharem" e
ficarem iguais à feiticeira, fiquem. Igual a Feiticeira dos seriados
de Tv: Façam-os sumirem da sua vida !!! 
"

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Financiamento do Clima


A ansiedade para que Copenhague resulte em um texto consistente paira no Bella Center. Alguns, porém, têm motivos urgentes para desejar que os países se comprometam não só com a diminuição das emissões de gases estufa, mas também com financiamento para implementação de ações de adaptação. Maimouna Mint Saleck convive todos os anos com o atraso em uma definição global sobre as mudanças climáticas. Desde 1970, seu país, a Mauritânia (no noroeste africano), sofre com as cada vez mais freqüentes tempestades de areia devido à desertificação acelerada. No outro extremo, as cidades construídas na costa, por estarem abaixo do nível do mar, têm sido atingidas pelas ressacas e fortes chuvas. Nos últimos anos, são comuns alagamentos e enchentes.

Os representantes da Mauritânia vieram à Copenhague expor seus projetos de mitigação e adaptação, mas tudo depende de financiamento. Para implementar usinas eólicas, por exemplo, seriam necessários 1,1 milhão de euros por mega-watt gerado. A troca do diesel pelo gás natural demandaria 200 milhões. Cada minuto de atraso nas negociações diminui suas esperanças de que eles voltem ao país ao menos com a promessa de ajuda. “Claro que esperamos um acordo global, mas acho que será difícil de isso acontecer. Se pelo menos a base de um acordo fosse criada para ser discutida nos próximos meses seria bom”, diz Kane Mamadou Amadou, do Ministério do Petróleo e Energia da Mauritânia.

No rascunho que agora circula nas mesas de negociações, o texto de adaptação traz tantas opções e colchetes (sugestões que ainda não entraram oficialmente no documento), que ainda não é possível vislumbrar seu formato final. Em uma das opções, por exemplo, o texto fala de um fundo constituído por “x bilhões” ou “x por cento do Produto Interno Bruto dos países desenvolvidos” como parte do pagamento pelo “débito climático”. Também não está definido quem deve gerir esse fundo. Pelo menos sabe-se que estará nas mãos das Nações Unidas, e não do Banco Mundial, como a Dinamarca havia sugerido em um texto anterior.

Uma saída para destravar as negociações é a proposta feita por Noruega e México na noite da última segunda-feira. Segundo esse documento, a COP-15 sairia com a definição de um Fundo Verde de longo prazo, no qual todos os países seriam responsáveis por sua manutenção, mas com contribuições de acordo com o nível de emissões e o PIB de cada nação. O fundo agregaria não apenas o dinheiro disponível para adaptação dos mais vulneráveis, mas também para ações de mitigação e transferência de tecnologia. Pela proposta norueguesa , a cota dos países em desenvolvimento ficaria em 30% e para os desenvolvidos em 70% para. Nesta conta, países pobres e emergentes sairiam ganhando, já que receberiam mais do que teriam de depositar.

Caso haja acordo político, o Fundo Verde poderia entrar em vigor em seis meses, com expectativa de arrecadação anual em 2020 de 30 e 40 bilhões de dólares. Pelas contas da ONU, para que o fundo fosse efetivo, seriam necessários 150 bilhões de dólares por ano.

domingo, 15 de novembro de 2009

O meio termo da vida

" Ainda pior que a convicção do não, é a incerteza do Talvez, é a desilusão de um quase. é o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata, trazendo tudo aquilo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou, ainda joga. Quem quase passou, ainda estuda. Quem quase morreu esta vivo. Quem quase amou, não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca saíram do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me as vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna. De melhor não me pergunto, contesto. A resposta, eu sei de cor. Está estampada na distancia e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença do Bom Dia, quase que sussurrado.
Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria  e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio tempo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados, e o arco-iris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige, nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que a Fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance. Para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém preferir a derrota prévia à dúvida da vitória, é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão, pro fracassos chances, pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar clima. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, e que o medo o impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando do que sonhando. Fazendo do que planejando. Vivendo do que esperando. Porque embora quem quase morreu esteja vivo, quem quase Viveu, já Morreu... "


Luiz Fernando Veríssimo